terça-feira, 15 de dezembro de 2009

TELINHA NA ESCOLA FORMA SEUS PRIMEIROS ALUNOS E ANUNCIA EXPANSÃO DO PROJETO


A Secretaria Estadual da Educação de Rondônia, o Instituto Vivo e a ONG Casa da Árvore formaram no 'ltimo dia 12 de dezembro, a primeira turma de alunos do projeto Telinha na Escola. Na ocasião, Maranei Rohers Penha, da Secretaria de Estado da Educação, Heriberto Liberatti, gerente regional da Vivo em Rondônia e Acre, e Priscilla Lima, representante da ONG Casa da Árvore, anunciaram a renovação e a ampliação do projeto em evento no Cine Veneza, com a presença de alunos, familiares e professores.

O projeto Telinha na Escola tem como objetivo incentivar o uso de novas tecnologias em sala de aula, utilizando o celular como instrumento pedagógico. Ele é executado pela Secretaria de Estado de Educação de Rondônia, baseado em treinamento, suporte e metodologia desenvolvida pela ONG Casa da Árvore, com apoio e concepção do Instituto Vivo. Quarenta jovens, de 13 a 19 anos, das escolas Flora Calheiros e Marcello Cândia, já estão capacitados a produzir, filmar, editar e publicar vídeos por celular. Desde agosto, quando o projeto foi iniciado, eles tiveram aula três vezes por semana, em turno contrário ao de seus estudos, com carga horária de 9 horas semanais.

Rondônia é o primeiro Estado a desenvolver o Telinha na Escola. Para a Secretária de Educação Marli Cahulla, o projeto foi uma grande oportunidade para que os alunos pudessem entrar em contato com produções audiovisuais. “Este projeto vem ao encontro de nossas propostas pedagógicas, dentre elas a de possibilitar aos nossos alunos o conhecimento e acesso à tecnologia, como também contribuiu para a formação de nossos professores”, comentou Marli. Para Heriberto Liberatti, gerente Regional da Vivo em Rondônia, “o acompanhamento das turmas mostrou a evolução dos alunos no aprendizado das técnicas e no uso em sala de aula, sendo fundamental a sua continuidade e ampliação”.

terça-feira, 8 de dezembro de 2009

OFICINA TELINHA NA ESCOLA RURAL RUY AZEVEDO - RIO BRANCO - ACRE


Alunos da Escola Rural Ruy Azedo irão aprender a filmar e editar vídeo por celular, além de publicá-los na Internet. O Instituto Vivo e a ONG Casa da Árvore estão lá ministrando a oficina Telinha na Escola . A atividade vai envolver um grupo de 20 alunos de 13 a 16 anos, das 6ª, 7ª e 8ª séries, e será ministrada na própria escola, no turno da tarde, por Leila Dias, educadora da ONG Casa da Árvore. O objetivo da oficina é incentivar o uso de novas tecnologias em sala de aula, ensinando os alunos a filmar e editar vídeos por telefone celular, assim como a postar os vídeos no blog da escola (www.escolaruralruyazevedo.blogspot.com), dando continuidade aos ensinamentos recebidos.Meio Ambiente e Sustentabilidade foram os temas escolhidos como base para a produção dos vídeos, afinal, a escola localizada na APA Lago do Amapá, no ramal do Gurgel, venceu o concurso nacional Prêmio Minha Comunidade Sustentável, promovido pela revista Carta na Escola, com o Projeto "A água que a gente quer". Sendo assim, a partir dos ensinamentos técnicos recebidos e da doação de um aparelho celular pelo Instituto Vivo e ONG Casa da Árvore, os alunos terão condições de dar continuidade ao projeto, registrando as vivências e projetos ambientais da escola e compartilhando informações e vídeos com o mundo, via blog.Esta será a primeira oficina Telinha na Escola realizada no Acre, e atenderá especificamente a Escola Rural Ruy Azevedo. Em novembro deste ano, em parceria com a Biblioteca da Floresta, o Instituto Vivo e a ONG Casa da Árvore realizaram a oficina “E se eu fosse o autor?”, direcionada a professores da Rede Estadual de Ensino e universitários que trabalham como estagiários na Fundação Elias Mansour. Na ocasião, o grupo de 40 participantes também foi incentivado a levar os conhecimentos técnicos sobre produção, edição e distribuição de vídeos por celular para sala de aula. A diferença é que eles tiveram como base de trabalho a adaptação de uma lenda indígena, devendo criar um novo final para o texto e gravar em vídeo.A oficina Telinha na Escola é um desdobramento do projeto de mesmo nome realizado pelo Instituto Vivo e pela ONG Casa da Árvore em Rondônia, em parceria com a Secretaria de Estado de Educação. Desde agosto deste ano, jovens das escolas Flora Calheiros e Marcelo Cândia participam de três aulas semanais do projeto, sendo elas de roteiro, produção e edição. Eles são incentivados a utilizar os conteúdos aprendidos em sala de aula, trocando experiências com professores e colegas.

OFICINA MUNDO MÓVEL - RIO BRANCO - ACRE


A Vivo e a ONG Casa da Árvore realizaram nos dias 07 e 08 de dezembro, na Biblioteca da Floresta, em Rio Branco, a oficina MUNDO MÓVEL para profissionais de Comunicação. A atividade foi conduzida por Aluísio Cavalcante, educador e assessor de Comunicação da ONG Casa da Árvore, e pelo convidado Nacho Durán, artista multimídia e o criador do primeiro videoblog feito na América do Sul (www.feitoamouse.org/videoblog).
A idéia de oferecer a oficina para profissionais de Comunicação surgiu no mês passado, durante a divulgação da oficina “E se eu fosse o autor?”. Visitando alguns veículos de comunicação para divulgar o trabalho, alguns jornalistas e repórteres fotográficos manifestaram interesse em participar da atividade, fazendo com que a Biblioteca da Floresta, Vivo e ONG Casa da Árvore considerassem o pedido e organizassem a nova oficina exclusivamente para este público. “Formatamos uma grade de atividades misturando atividades práticas com o repasse de técnicas básicas de produção, edição e distribuição de vídeo a partir de dispositivos móveis”, conta Aluísio Cavalcante. Dentre os conteúdos também estarão aplicativos de geração de mapas on line e a familiarização com aplicativos de transmissão streammer. A oficina irá atender duas turmas de até 20 alunos, sendo elas matutina e noturna. A carga horária será de 6h para cada turma, distribuída entre os dois dias.

terça-feira, 24 de novembro de 2009

PRÊMIO DE TECNOLOGIA SOCIAL VAI PARA O TELINHA

Deu Telinha na cabeça. O Prêmio Fundação Banco do Brasil de Tecnologia Social para a região Norte do Brasil veio para o projeto Telinha. Nesta terça (24), a instituição revelou as oito iniciativas desenvolvidas no país que propõe soluções inovadores para vários dos nossos desafios sociais.
O caminho nós da equipe da Casa da Árvore Projetos Sociais e do Instituto Vivo percorremos para transformar os efeitos desta revolução digital um instrumento de educativos mostrou-se eficiente e agora reconhecido por importantes instituições, como a Unicef e a Petrobrás.

O projeto Telinha esteve na disputa final ao lado de dois grande sprojetos da região norte: - Criação de Peixes em Canais de Igarapés - Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia e o Programa Farmácia Nativa - Prefeitura Municipal de Belém. Mas para chegar até a final o Telinha de Cinema passou por vários crivos. Primeiro, o projeto concorreu com outros 694 inscritos no prêmio à seleção de certificação. Do total, a FBB escolheu 114 projetos capacitados a serem certificados como Tecnologia Social. A certificação é conferida pela Fundação Banco do Brasil, Petrobras e Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco), segundo critérios de reaplicabilidade, efetividade da transformação social e interação com a comunidade. Em seguida, das 114 certificadas, a FBB escolheu as 24 finalistas, de acordo com critérios de mérito, efetividade e resultado alcançado.

Assim como os demais premiados, o projeto Telinha irá receber R$ 50 mil, destinados exclusivamente a atividades de expansão, aperfeiçoamento ou reaplicação da tecnologia. Somado a outros recursos previstos para 2010, a iniciativa devera ampliar as ações ddesenvolvidas em Palmas-TO e em Porto Velho - RO, além de ampliar sua área de abrangência para outros estados.

A todos que contribuiram para que esse projeto conseguisse acompanhar as demandas sociais do país, aos jovens realizadores que já passaram pelos núcleos do Telinha, aos professores e diretores escolares, aos colaboradores, a equipe de educadores, muito obrigado!

Telinha de Cinema - Prêmio de Tecnologia Social

sexta-feira, 6 de novembro de 2009

Simpósio discute o celular como instrumento de formação no 4 Vivo Art.Mov


Em sua 4ª edição anual o Vivo Arte.Mov afirma sua vocação em priorizar a utilização consciente das mídias móveis para fins de construção de experiências de compartilhamento de conhecimento, acesso à informação, criatividade e arte.


Este ano o festival internacional, que é realizado em Belo Horizonte (MG) de 12 a 15 de novembro, contará com o inter-simpósio “Celular como Instrumento de Formação”, realizado pelos coordenadores do Projeto Telinha, Leila Dias e Aluísio Cavalcante.


O simpósio contará com reflexões sobre o uso de telefones celulares como vetor de desenvolvimento sociocultural a partir da trajetória do projeto Telinha, desenvolvido em Palmas(TO) há três anos pela Casa da Árvore Projetos Sociais em parceria com o Instituto Vivo, e na rede estadual de ensino de Porto Velho (RO), em parceria com a Secretaria Estadual de Educação de Rondônia.


Segunda a coordenadora Leila Dias, “as experiências sociais nas aplicações do uso das novas tecnologias, sejam para ajudar na educação formal de jovens ou mesmo no desenvolvimento de expressões artísticas, trazem resultados e novos desafios que precisam ser discutidos pela sociedade”.


Em 2009 o Vivo Art.Mov abordará a visualização e/ou emergência de novas geografias, percebidas pelos padrões de deslocamento, em suas perspectivas históricas, geográficas e subjetivas. O tema geral deste ano é

quinta-feira, 5 de novembro de 2009

Professor e alunos do Telinha participam curso sobre Arranjos Educativos Locais

Na próxima segunda-feira (9) uma equipe do projeto Telinha de Cinema desembarca na cidade de São Paulo para participar da Oficina de Capacitação de Agentes Comunitários de Educação (ACE). O encontro reúne cerca de 40 pessoas de todo o Brasil, ligados a Rede Vivo de Educação e será dedicado a formação de agentes capazes de animar e articular Arranjos Educativos Locais (AEL).

Durante os dias 9 e 10 próximos a professora Pricilla Lima e os jovens realizadores do Telinha, Danillo Castro e Warlla Ferreira irão aprofundar nos aspectos teóricos e práticos desta forma de sistema sócio-educativo. O objetivo é assimilar ferramentas pedagógicas que instrumentalizem os agentes comunitários do projeto Telinha para que desenvolvam localmente, ações voltadas a sistematização destes arranjos.

A oficina acontece na Sede da Vivo em São Paulo com carga horária de 16h.

Arranjos Educativos Locais

Arranjo Educativo Local são pessoas que se conectam em rede, em uma localidade, para aprender juntas. Os AEL estão baseados na idéia de que, para aprender, uma pessoa deve aprender a buscar com autonomia o que lhe interessa da sua própria maneira (tornando-se um buscador) e aprender a compartilhar o que buscou com outras pessoas gerando conhecimento a partir dessa interação (tornando-se um polinizador).

Os AEL não são sistemas educativos (como as escolas) e sim sistemas sócio-educativos. Eles envolvem sempre, necessariamente, uma parcela da sociedade local onde se situam e estão voltados para o desenvolvimento humano e social sustentável (das pessoas e das comunidades) dessa localidade.

Qualquer pessoa que tomar a decisão de catalisar um processo educativo será capaz de fazê-lo em relação àqueles temas com que tenha alguma intimidade. Desde que queira fazer isso. Desde que goste de compartilhar.

Começando pelo mais básico: quem aprendeu a ler, escrever e contar – mesmo que só um pouquinho – pode ajudar outras pessoas a aprenderem isso também; e o melhor é que, assim procedendo, pode aprender ainda mais.
Um jovem que adquiriu habilidades de navegar e publicar na Internet pode ajudar outras pessoas a também adquirir, pelo menos, parte dessas habilidades. Uma pessoa idosa que desenvolveu, ao longo de anos e anos de experimentação, suas próprias práticas de permacultura, pode refazer seu itinerário de aprendizagem com outras pessoas, jovens ou adultas. Fazendo isso não só terá oportunidade de compartilhar o que sabe, mas também de reaprender o que já esqueceu que sabe. E criará conhecimento novo sobre o assunto. (Draft_augustodefranco_30jul09)